DJs, A QUARENTENA E AS NOVAS SONORIDADES

Diogo O'Band

Olá meus caros e minhas caras, como vão? Todos bem? Espero que sim.
Nas últimas semanas antecedentes à criação deste texto venho notando alguns movimentos bem interessantes em nossa cena eletrônica e gostaria de compartilhar minha percepção com vocês para saber se vocês também estão vendo isso. Não sei se vocês sabem, mas este que vos escreve é dono de uma agência de consultoria e marketing especializada em DJs e produtores de Música Eletrônica e, por conta dos prazerosos ossos do ofício, com certa frequência recebo demos de músicas de meus clientes, o que muito me alegra.

Algo que no início da quarentena imaginei que ia acontecer, de fato está se tornando verdade, as sonoridades das músicas, as temáticas e as emoções das músicas estão se tornando cada vez mais variadas. Muitos produtores estão achando suas identidades sonoras em meio a esse caos sem precedentes que vivemos e, acredito eu que, por não haver pistas e eventos nesse momento, não há agora uma moda sonora vigente com tanta força impositora como em tempos passados.

Muito me alegra entrar em contato com tanta música boa, tantos sons diferentes, tantas coisas inovadoras que os produtores estão fazendo e estou falando apenas do meu microcosmo em que vivo e em que a NOMMAD se encontra. Me deleito ao pensar em quantas outras obras incríveis estão sendo feitas enquanto esse texto e escrito e nos momentos posteriores a essa escrita. Em um português bem claro, certamente existe muita música boa vindo por aí!

Acredito que pós abertura da quarentena e o retorno dos eventos, clubs e festivais, assistiremos a uma bela explosão de sons únicos e singulares. Cada produtor trazendo consigo aquilo que criou durante esse tempo e teremos uma variedade incrível de novas sonoridades para usufruir, dançar, curtir, pular, sorrir…

Pois é meus caros e minhas caras, sei que neste momento vivemos dias complicados e que as cicatrizes desse momento ainda ficarão visíveis por algum tempo, mas preciso dizer a vocês também que eu sofro de uma doença incurável chamada otimismo e que um dos sintomas mais proeminentes desta condição é sempre ver aquela luz no fim do túnel, e apesar de parecer longe, esta luz vai nos iluminar mais cedo ou mais tarde e nos mostrar um novo mundo de músicas e sons incríveis.

Espero que todos continuem bem, até breve, Diogo.

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